Quinta-feira, 16 de Novembro de 2006

Quero

"QUERO"
 

Quero neste momento
Libertar-me do sofrer
Que a dor seja varrida pelo vento
Acordar para a vida sem lamento
Abraçar o sol que vai nascer
E dizer ao meu sentimento
Que nunca é tarde para viver


Quero o eco da tua voz ouvir
Como ouço o cântico dos passarinhos
Na maciez dos teus lábios construir
Novos horizontes novos caminhos
E no meu peito poder sentir
O aconchego dos teus carinhos


Quero sentir o teu odor selvagem
Beijar-te sobre as ondas do mar
Contemplar a tua imagem
Que meu corpo faz vibrar
E ler-te uma mensagem
Que termine no verbo amar


Quero ao som de mil violinos
Cantar-te a canção da liberdade
Em teus olhos cristalinos
Escrever a minha lealdade
E traçar os destinos
Que nos leve à felicidade


Quero esquecer as ilusões
O tempo perdido e a dor
Sentir a voz das emoções
Dar à vida luz e cor
E plantar em nossos corações
Uma árvore chamada Amor
 

Autor: Hélio Costa

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publicado por Soldourado54 às 00:43
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Sexta-feira, 3 de Novembro de 2006

Amizade

Grande amigo Hélio,

A amizade é tão linda!
A amizade não finda...
A ternura faz-se de versos
Que ficam aqui impressos:
Posso estar feliz agora
E pela vida fora
Mas jamais esquecerei
A amizade que ganhei!

"Minha alma está de pranto"
E sei que sabes de tanto...
A canção que agora ouço,
Pela boa voz deste moço,
Faz-me ficar aprisionada
Por uma saudade rimada
Nos versos que dedico
À amizade e por aqui fico...

Cantando como num sonho,
Rimando o tempo medonho
Que não vivi e sempre quis.
Será que vou ser feliz?!
Não mais quero chorar
Prefiro sorrir e amar...
Procuro o dia colorido
Em que tudo faça sentido...

Digo-te mais uma vez,
A amizade que se fez
Não finda assim à toa:
Tu és uma BOA pessoa!
Fico aqui... e fico bem,
Esta a página que tem
Um coração animado
Com uma flor decorado!

Com amizade,
Rosa Maria

publicado por Soldourado54 às 01:59
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Lembra-te de mim...

Quando o sol sobre as nuvens brilhar

Quando olhares a tua tela

Ou quando o vento balançar

Com as árvores que tens á janela

Lembra-te de mim

Quando a chama da tua lareira dançar

Sobre a lenha em euforia

Ou quando a nossa canção tocar

Aquela: "Talvez um dia"

Lembra-te de mim

Quando ouvires as ondas do mar

Entoando hinos de glória

Ou quando vires um sem-jeito passar

E todo o passado te afluir á memória

Lembra-te de mim

Quando o sonho em ti despertar

Sentimentos envoltos em ânsia

E por momentos te fizer recordar

De alguém presente na distância

Lembra-te de  mim

Quando um olhar azul perder a cor

Quando um coração suplicar carinho

Quando as estátuas chorarem de dor

Ou quando as flores cantarem baixinho

Lembra-te de  mim

Quando a felicidade te der a mão

Quando o amor te mimar

Quando abrires o teu coração

Ou quando subires ao altar

Lermbra-te de  mim

Quando te lembrares que há quem te tem

No pensamento a todas as horas

Ou quando te lembrares de alguém

Que chora contigo, quando tu choras

Lembra-te de  mim

Quando alguém te fizer lembrar

As palavras que ora digo

Ou quando o teu peito precisar

Do calor de um ombro amigo

Lembra-te de mim

                                                                   Autor: Hélio Costa

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publicado por Soldourado54 às 01:57
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HÁ UM TEMPO

Há um tempo em que vivemos
Na certeza do inseguro
Em sonhos no horizonte vemos
A beleza de um amor puro
E logo de sua boca colhemos
Eu te amo! Eu te juro!!...
Há um tempo em que sonhamos
Com a ternura de uma flor
E então sabemos que amamos
Com todo o nosso fervor
E aos poucos nos entregamos
Á magia do seu amor...
Há um tempo em que sentimos
Esse amor nos tocar o peito
Olhamos seu olhar e vimos
Tudo o que há de perfeito
Entre carícias dividimos
Esse amor por nós eleito
E por mil vezes repetimos
Eu te amo sem defeito...
Há um tempo de paixão
De ternura verdadeira
Em que se faz amor no chão
Ao calor da lareira
E o nosso coração
Num ritmo agitador
Parece um vulcão
Que entra em erupção
Brotando lava de amor...
Há um tempo em que dizemos
Encontrei a felicidade
Por esse amor tudo fazemos
Entre hinos de lealdade
Mais tarde nos apercebemos
Que nem tudo era verdade
A partir daí absorvemos
O fruto da ansiedade
E de antemão já sabemos
Que pela frente apenas temos
A melodia da saudade...
Há um tempo que o próprio tempo apaga
Nele toda a memória se esvai
O mar tudo leva naquela vaga
O fogo da paixão que já não se propaga
Em silencio aos poucos de nós sai
Fica o outono que nos afaga
Com o planar de uma folha seca que cai...
Há um tempo para viver
As delícias de um amor
Há um tempo para entender
O brilho da sua cor
Um tempo para absorver
A doçura do seu calor
E um há tempo para sofrer
As torturas da sua dor...
Do passado somente guardo
A lembramça que o sonho consente
O amor é chama onde já não ardo
Como ardia loucamente
A dor deixou de ser um fardo
Estou caminhando livremente
Em meu coração apenas resguardo
As memórias do presente
E ansiosamente aguardo
Que o sol brilhe novamente.
 
                                                                              Autor: Hélio Costa
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publicado por Soldourado54 às 01:54
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